Mundo dos Vinhos
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Archive for novembro, 2008

29
nov

Vinhos e espumantes brasileiros acompanham pratos em evento realizado na República Tcheca

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Os vinhos e espumantes de sete vinícolas brasileiras participantes do Projeto Setorial Integrado Wines From Brazil (PSI-WFB) representaram o país na segunda edição do Gala Dinner com o Chef Alex Atala realizado ontem, 20 de novembro, em Praga na República Tcheca. O jantar acompanhado por vinhos brasileiros foi organizado pela Brazilian Wines Co. em parceria com a Embaixada do Brasil em Praga e o Projeto Setorial Integrado Wines From Brazil (PSI-WFB).

Participaram do evento as vinícolas: Vinhos Boscato, Casa Valduga, Vinhos Don Laurindo, Vinícola Lídio Carraro, Miolo Wine Group, Vinícola Panceri e Vinhos Salton. Na ocasião, além de degustar os vinhos e espumantes brasileiros, os convidados tiveram a oportunidade de apreciar receitas diversificadas, com os temperos e condimentos empregados na culinária do Brasil, bem como, conhecer um pouco da cultura e história das vinícolas participantes.

Sob o comando do renomado chef Alex Atala, foram servidos pratos requintados harmonizados com os vinhos e espumantes das sete vinícolas brasileiras. O cardápio incluiu: welcome drink com Casa Valduga Espumante Brut seguido por pratos como filed curado, agrião e chocolate amargo ao sal defumado, com Boscato Cabernet Sauvignon Reserva; consome de cogumelos ao perfume da Amazônia, com Casa Valduga Espumante Blush; risoto líquido de coco com azeite de dendê, menta e nori, acompanhado por Panceri Chardonnay, pikeperch ao curry negro com consome de ervilha torta e capim santo, regado a Miolo Pinot Noir Fortaleza do Seival; foie gras pochet em caldo de carne e falso ovo, com Lídio Carraro Merlot Grande Vindima Vale dos vinhedos; costelinhas à Braz, servidas com Salton Merlot Desejo. A sobremesa harmonizada com Don Laurindo Gran Reserva foi de torta de castanha do Pará com sorvete de whisky, curry e chocolate.

Executado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em parceria com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, o Projeto Setorial Integrado Wines from Brazil tem como objetivo promover a exportação de vinhos finos e espumantes brasileiros. O Jantar de Gala contou com a participação de cerca de 100 convidados, entre proprietários de restaurante, chefs, sommeliers, jornalistas e formadores de opinião, no Radisson Hotel.

Divulgação – Além da degustação dos pratos assinados pelo chef Alex Atala harmonizados com os vinhos brasileiros, a visita à República Tcheca proporcionou a promoção e divulgação dos vinhos e espumantes do Brasil. A programação que incluiu o Gala Dinner foi realizada de 19 a 21 de novembro, em Praga.

Na ocasião, os representantes das vinícolas também tiveram a oportunidade de almoçar com jornalistas daquele país, participar de um seminário sobre o mercado de vinhos, entre outras atividades. A Embaixadora do Brasil em Praga, Leda Lucia Camargo e sua equipe do setor cultural trabalharam na organização dos eventos como a exposição de telas do artista Rogério Dias, de Curitiba-PR estabelecendo um elo entre arte, gastronomia e vinhos.

15 jornalistas estiveram presentes à entrevista coletiva coletiva em que o importador Roman Vanek, o Diretor Executivo do Ibravin,Carlos Paviani e o sommelier Didu Russo apresentaram o setor vitivinícola e as ações desenvolvidas para promoção dos produtos brasileiros. Realizada no dia 17 de novembro, a coletiva com a imprensa teve como destaque a atuação e empenho do importador Roman Vanek que também dirige o Instituto de Culinária de Praga e a importadora Cosmopolitan Brazilian Wines.

Outra ação realizada na República Tcheca foi a sessão de degustação dos vinhos brasileiros das vinícolas Miolo, Salton, Boscatto, Panceri, Valduga, Dom Laurindo e Lídio Carraro. Mais de 200 convidados prestigiaram o evento.

No dia 20, Alex Atala ministrou aula no Instituto de Culinária de Praga, durante à tarde e, à noite, a comitiva brasileira foi recebida na residência da Embaixadora Leda Lucia Camargo. Durante o dia, as representantes das vinícolas, Morgana Miolo e Luciana Salton, visitaram lojas e restaurantes que comercializam produtos brasileiros na metrópole mais central da Europa.

Mercado Tcheco – Com 10 milhões de habitantes, dos quais 1,2 milhões em Praga, a República Tcheca recebe 14 milhões de turistas/ano. O país tem fama de ser um dos melhores produtores de cerveja do mundo. Mas, o consumo de vinhos também é expressivo. No total, são 1,6 bilhões de litros por ano. A principal região vinícola da República Tcheca é a Moravia, além da Boêmia, perto de Melnik, ao norte de Praga. Destacam-se os vinhos brancos elaborados com uvas Riesling, Muller-Thurgau e Veltliner.

Fator Brasil

28
nov

O Brunello da discórdia

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Revista EXAME 

consumovinhos Com pouco mais de 5 000 moradores, a minúscula e montanhosa cidade de Montalcino, no sul da Toscana, é a capital do vinho italiano. Foi lá que nasceu o Brunello, tinto considerado o ícone máximo da enologia local. Além de ser um dos melhores vinhos do mundo, o Brunello é um dos mais caros — no Brasil, algumas garrafas custam 3 500 reais. Tudo na cidade gira em torno do Brunello, das lojas ao turismo. Seus moradores falam com orgulho das tradições do vinho: para obter a certificação de um Brunello, o produtor precisa obedecer a uma miríade de regras. A principal delas é utilizar apenas a uva sangiovese, típica da Itália, na produção do vinho. O envelhecimento em barris de carvalho por no mínimo quatro anos é outro pré-requisito. E a lista continua. Nos últimos meses, porém, o orgulho dos moradores de Montalcino foi abalado por um bafafá que colocou a reputação de seu principal vinho em risco. Segundo uma investigação policial efetuada por autoridades locais, alguns dos principais produtores da cidade vinham adulterando seus Brunello, seja com uvas trazidas de outras cidades da Itália, seja pela mistura com vinhos de quinta categoria. Tradicionais produtores, como Antinori, Frescobaldi, Argiano e Banfi, estão envolvidos no escândalo. Mais de 1 milhão de garrafas da safra 2003 foram apreendidas pela polícia e repousam num galpão da vizinha Siena. Não se sabe se as garrafas estão armazenadas na posição horizontal.
Escândalos envolvendo a falsificação de vinhos nobres são freqüentes. Um produtor da Toscana foi preso por vender vinhos de mesa em garrafas de Chianti, outro ícone local. Em 2006, uma das mais famosas produtoras do francês Beaujolais, a Les Vins Georges Duboeuf, foi acusada de misturar vinhos ordinários com seus tops de linha. O que diferencia a polêmica do Brunello das outras é a magnitude do trabalho dos falsários. Nada menos que 100 produtores foram investigados pelas autoridades. Por essa razão, os Estados Unidos ameaçaram suspender todas as importações de Brunello — e, temendo uma crise ainda maior, o governo italiano retirou da associação de produtores de Montalcino a incumbência de conferir a classificação de origem dos vinhos. Os americanos, então, recuaram. E, numa atitude histórica, a vinícola Banfi aceitou retirar a classificação Brunello di Montalcino de seus vinhos investigados. Os Banfi afirmam que a decisão não é uma confissão de culpa. Pouca gente acredita.
Os falsários do Brunello de Montalcino são separados em duas categorias. A primeira é formada por vinícolas menores, com propriedades mal localizadas e que precisam comprar uvas de outras cidades para aumentar sua produção. Nas últimas décadas, a produção de Brunello se multiplicou, tornando impossível garantir um padrão de qualidade às mais diferentes vinícolas. Na década de 60, Montalcino tinha apenas 15 produtores e 150 000 garrafas eram comercializadas por ano. Em 2007, já havia na cidade mais de 250 vinícolas produtoras de Brunello e quase 7 milhões de garrafas são vendidas por safra. Para diminuir a ira dos críticos, o Consorzio del Vino Brunello di Montalcino disse a EXAME que há a intenção de reduzir a produção. "Estamos pensando em diminuir a quantidade anual de Brunello permitida por lei", afirma o presidente da entidade, Patrizio Cencioni. Ainda não se sabe, porém, como isso seria feito — e, principalmente, como será decidido o que tem qualidade para ser Brunello e o que não tem.
A outra categoria envolvida no escândalo, porém, é movida por uma questão mercadológica. O uso de 100% de uva sangiovese faz do Brunello um vinho extremamente ácido, o que não facilita sua comercialização em tempos de vinhos frutados e potentes, como os do Novo Mundo. Os especialistas recomendam que uma garrafa repouse intocada por pelo menos cinco anos para que a acidez diminua e o vinho se torne mais palatável. Num mundo dominado por vinhos jovens, esse é considerado um entrave. Há alguns anos, os produtores locais se dividem entre os tradicionalistas e os modernizadores. Os primeiros são liderados por Jacopo Biondi Santi, herdeiro da mais tradicional vinícola da região (que também inventou o Brunello, no século 19). Eles defendem o respeito às regras consagradas. "Não produzimos vinhos fáceis. Produzimos vinhos para envelhecimento", diz Giacomo Neri, da Casanova di Neri, cujo Cerretalto safra 2001 ganhou 100 pontos (o máximo possível) da revista especializada Wine Spectator. Já outros produtores brigam por uma flexibilização das regras — para tornar o Brunello mais afeito ao gosto do consumidor internacional. Por isso, misturam uvas como merlot e syrah, que ajudam a aplacar a acidez da sangiovese. O consórcio dos produtores, em reunião realizada em outubro, reafirmou os princípios da produção de Brunello: 96% dos participantes votaram dessa maneira. Aos 4% restantes, o jeito vai ser seguir a maioria — ou continuar falsificando.

19
nov

Punta del Este atrai amantes de cassinos, praias, baladas e vinhos

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Punta del Este, no Uruguai, já é conhecida pelos turistas que gostam de arriscar a sorte nos cassinos, aproveitar o dia nas praias e badalar à noite. O destino também pode ser incluído no roteiro dos fãs do chamado enoturismo.
No cassino do hotel Conrad o jogador precisa comprar fichas que custam US$ 1
Para quem gosta de praia, é bom saber que a cidade é banhada pelo rio Prata e pelo oceano Atlântico. Essa característica serve de referência para entender os nomes das praias Mansa e Brava (a primeira tem águas calmas e a segunda, ondas mais fortes).
Depois de passar o dia em uma das praias da cidade, o visitante pode gastar suas economias num dos cassinos da cidade. Se os dólares acabarem antes da vontade de parar de jogar, o cassino do Conrad Hotel, por exemplo, troca reais brasileiros por moedas de jogo. Cada moeda custa US$ 1. Moedas de outros países –como o peso argentino– também são aceitas nos caixas dos cassinos.
Quem quer ficar longe das máquinas e mesas de jogos pode aproveitar a noite numa das boates, restaurantes e bares de Punta del Este. Na hora de escolher o programa é bom saber que o agito das casas noturnas começa depois das 2h.
A região portuária é um dos points noturnos da cidade. Nessa área estão o Soho e o Moby Dick. Com música ao vivo, o Moby Dick lota todas as noites e o público acaba conversando e bebendo do lado de fora do bar.
A cerimônia do sol é uma das maiores atrações da Casapueblo, de Vilaró
A Casapueblo, localizada em Punta Ballena, é parada obrigatória para quem vai a Punta del Este.
Criada pelo artista plástico uruguaio Carlos Páez Vilaró, a Casapueblo é um misto de restaurante, cafeteria, hotel e ateliê do artista.
Entre os pontos altos da visita está a cerimônia do pôr-do-sol que pode ser apreciada numa das mesinhas do bar ou nas cadeiras instaladas na varanda da casa. Enquanto o sol se põe, os visitantes escutam um poema gravado por Vilaró que faz uma homenagem ao sol.
Reza a lenda que Vinícius de Moraes se inspirou na construção de Vilaró para escrever a letra da música "A Casa". Branca e arredondada, a Casapueblo vale uma visita pelas formas inusitadas e pela vista deslumbrante.
Lobos marinhos fazem pose para turistas na zona portuária de Punta del Este
Os guias da cidade dizem com orgulho que Punta Del Este possui a maior colônia de lobos marinhos da América do Sul.
Uma amostra dos lobos pode ser conferida no porto da cidade, onde os animais parecem fazer pose para as câmeras dos turistas.
Os vendedores de peixe do local avisam que os animais estão acostumados a ser alimentados pelos turistas.
No porto também é possível contratar passeios de barco até a ilha de Gorriti, antigo refúgio de piratas. O passeio é vendido agora como a "ilha de Caras".

Compras e transporte
A principal via comercial de Punta é a avenida Gorlero. O visitante encontrará por lá lojas de roupas, sapatos, farmácias, acessórios, artesanato e lembrancinhas da cidade.
Para quem não quer fazer compras é possível fazer um pit stop nas galerias, cinemas, restaurantes, bares e sorveterias localizados na Gorlero e nas suas imediações.
O pôr-do-sol visto da varanda da Casapueblo é assistido diariamente por turistas
A maioria das lojas aceita cartão de crédito, reais, dólares e pesos argentinos e uruguaios. Só é preciso tomar cuidado com o câmbio, pois cada estabelecimento usa uma cotação diferente.
Quem se cansou de andar a pé pode parar em alguma loja ou bar e pedir para o funcionário chamar um táxi por telefone –os carros não ficam circulando vazios pelas ruas em busca de passageiros. Com sorte, você conseguirá andar num Mercedes –marca muito comum entre os taxistas da cidade.
Não se vêem muitos ônibus em Punta. Mas é comum ver as pessoas andando a pé a altas horas da noite. Os guias de turismo avisam que a carona também é um meio recorrente de locomoção na cidade.
La Mano, escultura na praia Brava, está entre os principais cartões-postais da cidade
Quem fizer o city tour de Punta é apresentado às mansões e casas luxuosas do lugar. Os guias se orgulham em listar os magnatas de diversas partes do mundo que possuem casa em Punta.
Entre os supostos proprietários de mansões em Punta, de acordo com os guias de turismo, estaria o mexicano Carlos Slim, segundo homem mais rico do mundo segundo a revista "Forbes".
Os moradores também se gabam da segurança local. Dizem que os milionários podem guiar seus carrões em Punta sem o risco de virarem alvo de criminosos. As casas também não são separadas por cercas nem muros.
Além das mansões, os guias fazem uma parada em frente à escultura "La Mano", encravada nas areias da praia Brava. O local está entre os favoritos pelo turistas na hora de tirar fotos da viagem.

Folha Online

16
nov

Perini é uma das vinícolas que conquistou mais medalhas de ouro no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil

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Sendo uma das cinco vinícolas entre 40 brasileiras que premiou mais espumantes no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, a Perini conquistou o ouro com o Brut Charmat, Champenoise e Prosecco, além da prata para o Vinho Rosé.

Avaliados por 51 enólogos e experts do Brasil, Argentina, Alemanha, Chile, França e Uruguai, os Espumantes e Vinho Casa Perini conquistaram o total de quatro medalhas no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, validando a Perini como uma das poucas vinícolas brasileiras a destacar-se pela qualidade de seus produtos.

Durante o concurso, organizado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), estavam presentes o Sr. Federico Castellucci – Diretor Geral da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho), e o vice-presidente da União Internacional de Enólogos (UIOE), José Lez Secchi, do Uruguai.

Em 1970, Benildo Perini, atual diretor, inicia o pequeno empreendimento familiar em sua empresa, que engarrafa seu vinho com a marca Jota Pe. Em 1996, a empresa lança a marca Casa Perini, uma linha de vinhos e espumantes de alta qualidade elaborados exclusivamente com uvas viníferas de produção própria.

Atualmente, a Vinícola Perini elabora seus vinhos com as marcas Jota Pe e Casa Perini, esta com diferencial de uvas de videiras européias certificadas conduzidas em espaldeiras Y, além da “Pretinha” um licor à base de grappa com um composto de frutas da região. | www.vinicolaperini.com.br

Fonte: Portal Fator Brasil

8
nov

Vinhos no Chile e na Argentina

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Conhecer e apreciar os melhores vinhos do mundo torna-se um programa luxuoso quando o assunto são paisagens extraordinárias, ótima gastronomia e alto padrão em  serviços. Amador ou enólogo, sommelier ou degustador, não importa a denominação, o vinho atrai o apreciador, que tem os sentidos cativados pelo encanto da bebida. Olhar, cheirar, degustar são os primeiros passos para tornar-se um iniciante na arte de apreciar um bom vinho. Passos que podem ser aprimorados em um passeio pelos principais destinos da bebida e roteiros pelos processos produtivos.
A viagem oferecida pela operadora Maktour, começa com a visita à Pirque, ladeando o Valle del Maipo, um município próximo a Santiago, onde estão concentrados os mais tradicionais vinhedos do Chile, com seus parques, plantações e adegas. Para entender o clássico processo produtivo do vinho, um passeio pela Viña Undurraga é boa escolha. Fundada em 1885 por Francisco Undurraga Vicuña, a vinícola é repleta de hectares de parreiras e jardins projetados pelo mesmo paisagista que fez o Parque Municipal de Santiago: Pierre Dubois. 
Para completar o roteiro no Chile, vale a pena apreciar uma viagem de trem até a cidade de Curico, ao sul de Santiago, onde se concentram os mais modernos métodos de produção da América do Sul que, atualmente, é considerado um dos centros vitivinícolas mais importantes e tradicionais do Chile, exportando para mais de 70 países e com importantes vinhedos.
O bom apreciador de vinhos não pode ficar só nas vinícolas do Chile. Seguindo viagem, o destino para complementar o roteiro da América do Sul é Mendoza, província a oeste da Argentina, distante 6 horas de viagem em ônibus.
Importante pólo de produção, a região é conhecida também pela excelente gastronomia.  A melhor escolha é almoçar em uma das adegas da região, onde o visitante pode apreciar as carnes argentinas acompanhadas por vinhos da casa. Aprender na teoria e colocar em prática o processo, as técnicas, a elaboração  a degustação dos mais diversos tipos de vinho é parte da viagem. Veja no (www.maktour.com.br) o roteiro  de 8 dias (4 noites de hospedagem em Santiago e 3 noites em Mendoza), com café da manhã, passagem aérea de ida e volta   traslados de chegada e saída, bilhetes de trem de ida e volta para Curico, bilhete de ônibus para Mendoza, visita a Viña Undurraga e passeio pela Rota do Vinho de Curico, com almoço.

Fonte: Bem paraná

 
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