Mundo dos Vinhos
Todas dicas sobre Vinhos e Enologia

Archive for junho, 2009

16
jun

Vinhos argentinos da uva Malbec por até R$ 40,00

Posted in Notícias  by Marcelo No Comments

Portal Terra – Culinária

1229619-5164-cp Para acompanhar as refeições em dias mais frios, há pessoas que optam por um vinho de maior gradação alcoólica. Em geral, os países do Novo Mundo produzem vinhos com teor alcoólico maior , por exemplo, nosso vizinho, a Argentina, cuja uva tinta emblemática é a Malbec. Encontrar grande variedade de preços e qualidade de vinhos argentinos dessa uva não é tarefa difícil. Ao contrário, talvez seja complicado decidir pela compra, já que há uma boa oferta de produtos nas prateleiras dos supermercados. A Argentina responde por cerca de 25% dos vinhos importados disponíveis no mercado brasileiro, ficando atrás apenas do Chile, com 35%, de acordo com dados da União Brasileira de Vitivinicultura.

A uva Malbec é originária da França, mais especificamente das regiões de Bordeaux, onde é pouco representativa, e em Cahors, em que continua sendo a principal uva tinta. No século XIX, ela foi trazida para a Argentina e se adaptou bem ao solo e clima local, tornando-se rapidamente uma importante uva para a elaboração de vinhos. Já no final dos anos 60 do século XX, a Malbec respondia por 50% da área plantada na Argentina, caindo a um quinto dessa área no final dos anos 80. Nos anos 90, com um cuidadoso trabalho para dar maior qualidade e reconhecimento aos vinhos argentinos no cenário mundial, este tipo de uva foi recuperando importância juntamente aos produtores. O cuidadoso e intenso trabalho dos produtores argentinos fez com que, hoje, o país seja a principal referência em vinhos da uva Malbec no mundo.

De cor intensa, os vinhos da Malbec freqüentemente passam por barricas de carvalho. A passagem pelo carvalho, feita com a devida moderação não esconde seu característico aroma floral, podendo ainda acrescentar ao vinho aromas de especiarias. Os vinhos da Malbec em geral acompanham bem tanto carnes grelhadas, quanto aquelas de preparação mais lenta, cozidas em seu próprio suco, realçando seus sabores.

Confira a seleção de alguns exemplares que custam até R$ 40,00:
* Finca Flichman Misterio Malbec Oak Aged Roble 2007 (R$ 32,00)
Intenso aroma de violeta e especiarias. Boca seca e elegante.
* Bianchi DOC Malbec 2006 (R$ 25,00)
Também com aroma floral bem marcado, notas defumadas e de cereja madura. Taninos doces equilibrando com boa acidez.
* Nieto Senetiner Malbec 2006 (R$ 33,00)
Aroma bem floral, lembrando dama da noite. Na boca elegante, equilibrado, com boa acidez e taninos doces.
* Trivento Reserve Malbec 2007 (R$ 40,00)
Aroma lembra perfume feminino. Flor e muita fruta madura. Boca doce com discreto e gostoso toque de amargor final.
* Trapiche Roble Malbec 2006 (R$ 36,00)
Também floral, violeta, notas de cravo, especiarias. Taninos bem presentes.

Especial para Terra

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16
jun

Receitas regadas a vinho são uma boa pedida

Posted in Combinação, Dicas  by Marcelo No Comments

Jornal O Dia

Rio – Vão dizer que é coisa de carioca, mas esfriou. E puxo o cobertor só de imaginar como estarão as coisas lá por baixo, na terra dos vinhedos. O negócio é colocar as barbas de molho (em água morna), encher a taça e jogar o resto no frango. Praticar o vinho na comida, descobrindo como são acessíveis certas receitas francesas que podem assustar quando pronunciadas na língua de Zidane. Como o frango no vinho (‘Coq au Vin’) e o bife da Borgonha (‘Boeuf Bourguignon’).

16_boca_280x220 Quem concorda é um cozinheiro borgonhês que, sorte nossa, depois de passar a infância catando escargots no mato, abrindo rãs e caçando patos selvagens, veio parar no Brasil com suas panelas.

“O bom ‘bourguignon’ é feito com músculo, a carne mais barata, e o ‘coq au vin’ fica delicioso com o frango de cada dia e um vinho barato, seco e encorpado. Um argentino de uvas Malbec, por exemplo”, adapta e ensina o chef Emmanuel Bassoleil, do restaurante paulistano Skye, autor do livro ‘Os Sabores da Borgonha’ (Ed. Senac).

“São pratos familiares franceses, que fazem o mesmo sucesso do foie gras nas degustações”, conta. E aponta o ‘pulo do galo’: “Coloca sexta no vinho, cozinha sábado e domingo. A carne vai apurar, como ocorre com a feijoada”, compara o autor da receita publicada hoje.

Como o ano é da França no Brasil, para manter um clima de Borgonha em casa ou na Serra Gaúcha, há bons vinhos por volta dos R$ 30 feitos com a uva Pinot Noir, borgonhesa por excelência. Quem indica é o premiado sommelier João Souza: “O Fortaleza do Seival, da Miolo, é minha pedida de pinot nacional”, diz ele, que lançará vinho semelhante com a marca de seu restaurante, o requintado Terzetto, em Ipanema (2247-6797).

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15
jun

Instituto Brasileiro do Vinho cria Comitê de Mercado

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por O Pioneiro, de Caxias do Sul

A partir de agora o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) passa a contar com um Comitê de Mercado para realizar ações em três áreas específicas: trade marketing, vendas e logística. O principal objetivo é aproveitar a nova campanha institucional dos Vinhos do Brasil para o mercado interno e externo nos pontos de venda, para impulsionar a comercialização dos produtos nacionais.

Um projeto-piloto será desenvolvido a partir de julho em Porto Alegre, São Paulo e Gramado, para servir de modelo a todo o País, junto com a campanha publicitária da marca Vinhos do Brasil.

— Esses serão pilotos, depois podem ser ampliados. Gramado tem a proximidade com a região, mas em julho terá público de diversos lugares do país — explica o diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani.

Em restaurantes, os clientes receberão material sobre os vinhos nacionais comercializados. Em supermercados e casas especializadas serão instaladas ilhas de degustação, onde pessoas treinadas vão orientar os clientes.

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13
jun

Prazeres e segredos do vinho

Posted in Dicas  by Marcelo No Comments

O Diário do Norte do Pará

Uma das especialidades da gastronomia é o conhecimento técnico sobre vinhos e suas variantes. O profissional capaz de traduzir a história das bebidas e combiná-las com todos os tipos de iguarias é o sommelier, profissão do jovem Everton Costa.

Formado para ser o consultor sobre todos os tipos de vinhos, ele estuda muito para saber exatamente que histórias, cultura e sabores se escondem numa taça.

“Muita gente acha que a gente só prova a bebida”, diverte-se. “Na verdade a profissão exige estudo constante.”

O consumo de vinhos aumenta quando a temperatura cai, mesmo com a paixão pelos brancos e verdes, esta época do ano pede tintos e licorosos.

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12
jun

Surazo, um chileno que não tem pressa

Posted in Notícias  by Marcelo No Comments

Revista VEJA

Os vinhos sul-americanos costumam ser lançados assim que as uvas são esmagadas, fermentadas e jogadas para dentro da garrafa em forma líquida, certo? É a lei que rege o ciclo de vida destes vinhos de consumo imediato. Não para Don Emilio de Solminihac, proprietário e enólogo da vinícola chilena Santa Mônica. Seus rótulos, batizados no Brasil e na Inglaterra de Surazo, não rezam por esta cartilha. Eles descansam mais tempo na adega antes de serem lançados nas prateleiras. Tratam-se de brancos que não têm pressa e tintos que sabem aguardar seu melhor momento.

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