Mundo dos Vinhos
Todas dicas sobre Vinhos e Enologia
16
jun

Receitas regadas a vinho são uma boa pedida

Postado em Combinação, Dicas  por Marcelo Sem Comentários

Jornal O Dia

Rio – Vão dizer que é coisa de carioca, mas esfriou. E puxo o cobertor só de imaginar como estarão as coisas lá por baixo, na terra dos vinhedos. O negócio é colocar as barbas de molho (em água morna), encher a taça e jogar o resto no frango. Praticar o vinho na comida, descobrindo como são acessíveis certas receitas francesas que podem assustar quando pronunciadas na língua de Zidane. Como o frango no vinho (‘Coq au Vin’) e o bife da Borgonha (‘Boeuf Bourguignon’).

16_boca_280x220 Quem concorda é um cozinheiro borgonhês que, sorte nossa, depois de passar a infância catando escargots no mato, abrindo rãs e caçando patos selvagens, veio parar no Brasil com suas panelas.

“O bom ‘bourguignon’ é feito com músculo, a carne mais barata, e o ‘coq au vin’ fica delicioso com o frango de cada dia e um vinho barato, seco e encorpado. Um argentino de uvas Malbec, por exemplo”, adapta e ensina o chef Emmanuel Bassoleil, do restaurante paulistano Skye, autor do livro ‘Os Sabores da Borgonha’ (Ed. Senac).

“São pratos familiares franceses, que fazem o mesmo sucesso do foie gras nas degustações”, conta. E aponta o ‘pulo do galo’: “Coloca sexta no vinho, cozinha sábado e domingo. A carne vai apurar, como ocorre com a feijoada”, compara o autor da receita publicada hoje.

Como o ano é da França no Brasil, para manter um clima de Borgonha em casa ou na Serra Gaúcha, há bons vinhos por volta dos R$ 30 feitos com a uva Pinot Noir, borgonhesa por excelência. Quem indica é o premiado sommelier João Souza: “O Fortaleza do Seival, da Miolo, é minha pedida de pinot nacional”, diz ele, que lançará vinho semelhante com a marca de seu restaurante, o requintado Terzetto, em Ipanema (2247-6797).

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15
jun

Instituto Brasileiro do Vinho cria Comitê de Mercado

Postado em Notícias  por Marcelo Sem Comentários

por O Pioneiro, de Caxias do Sul

A partir de agora o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) passa a contar com um Comitê de Mercado para realizar ações em três áreas específicas: trade marketing, vendas e logística. O principal objetivo é aproveitar a nova campanha institucional dos Vinhos do Brasil para o mercado interno e externo nos pontos de venda, para impulsionar a comercialização dos produtos nacionais.

Um projeto-piloto será desenvolvido a partir de julho em Porto Alegre, São Paulo e Gramado, para servir de modelo a todo o País, junto com a campanha publicitária da marca Vinhos do Brasil.

— Esses serão pilotos, depois podem ser ampliados. Gramado tem a proximidade com a região, mas em julho terá público de diversos lugares do país — explica o diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani.

Em restaurantes, os clientes receberão material sobre os vinhos nacionais comercializados. Em supermercados e casas especializadas serão instaladas ilhas de degustação, onde pessoas treinadas vão orientar os clientes.

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13
jun

Prazeres e segredos do vinho

Postado em Dicas  por Marcelo Sem Comentários

O Diário do Norte do Pará

Uma das especialidades da gastronomia é o conhecimento técnico sobre vinhos e suas variantes. O profissional capaz de traduzir a história das bebidas e combiná-las com todos os tipos de iguarias é o sommelier, profissão do jovem Everton Costa.

Formado para ser o consultor sobre todos os tipos de vinhos, ele estuda muito para saber exatamente que histórias, cultura e sabores se escondem numa taça.

“Muita gente acha que a gente só prova a bebida”, diverte-se. “Na verdade a profissão exige estudo constante.”

O consumo de vinhos aumenta quando a temperatura cai, mesmo com a paixão pelos brancos e verdes, esta época do ano pede tintos e licorosos.

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12
jun

Surazo, um chileno que não tem pressa

Postado em Notícias  por Marcelo Sem Comentários

Revista VEJA

Os vinhos sul-americanos costumam ser lançados assim que as uvas são esmagadas, fermentadas e jogadas para dentro da garrafa em forma líquida, certo? É a lei que rege o ciclo de vida destes vinhos de consumo imediato. Não para Don Emilio de Solminihac, proprietário e enólogo da vinícola chilena Santa Mônica. Seus rótulos, batizados no Brasil e na Inglaterra de Surazo, não rezam por esta cartilha. Eles descansam mais tempo na adega antes de serem lançados nas prateleiras. Tratam-se de brancos que não têm pressa e tintos que sabem aguardar seu melhor momento.

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12
jun

É elegante levar o próprio vinho ao restaurante?

Postado em Dicas  por Marcelo Sem Comentários

da Época Negocios por Eduardo Viotti

É ótimo tomar vinho no restaurante, mas existem duas situações em que a bebida à mesa pode ser razão de mal-estar. A primeira é quando você decide levar o próprio vinho. A segunda diz respeito à devolução de uma garrafa pedida por meio da carta da casa.

Antes de aparecer no restaurante com sua garrafa de vinho, ligue e consulte sobre a possibilidade de fazê-lo e questione sobre a cobrança de uma taxa de serviço. A chamada taxa de rolha é perfeitamente compreensível. Mas é preciso bom-senso. O valor não deve ultrapassar o preço de lista do vinho mais barato inscrito na carta do restaurante. Alguns cobram taxas altas. Lembre-se que o objetivo de levar o vinho não é apenas economizar mas também degustar safras especiais e vinhos diferenciados, com pratos bem elaborados.

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