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	<title>Mundo dos Vinhos &#187; vinhos</title>
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	<description>Todas dicas sobre Vinhos e Enologia</description>
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		<title>A versatilidade dos vinhos ros&#233;s</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 23:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JC ONLINE
Apesar de, há algum tempo, o vinho rosé ter sido considerado como uma bebida de qualidade inferior e, até mesmo, brega, ele já teve seus tempos de glória nos anos 70 e agora voltou com tudo.   Como estamos no verão e eu nunca falei mais aprofundadamente sobre os vinhos rosés, aproveitarei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p>JC ONLINE</p>
<p>Apesar de, há algum tempo, o vinho rosé ter sido considerado como uma bebida de qualidade inferior e, até mesmo, brega, ele já teve seus tempos de glória nos anos 70 e agora voltou com tudo.   <br />Como estamos no verão e eu nunca falei mais aprofundadamente sobre os vinhos rosés, aproveitarei a oportunidade para explicar um pouco sobre esta bebida tão versátil.    <br />O que dá cor ao vinho é a casca das uvas. Desta forma, o rosé é um vinho feito de uvas tintas, das quais se obtêm um sumo que passa pouco tempo em contato com as cascas. Na verdade, sua vinificação começa a ser feita como se fosse um vinho tinto e acaba como se fosse um branco. Só vinhos de qualidade muito inferior fazem uma mistura de vinho tinto com branco, como muitos pensam.     <br />Algumas regiões da França, como o Vale do Loire (especialmente Anjou), Côte du Rhone (Tavel)&#160; e a Provença produzem excelentes vinhos rosés, assim como algumas regiões da Espanha, Portugal, Chile e Argentina.     <br />Eu já falei, em outras oportunidades, que o rosé combina muito bem com a infinidade de frutos do mar que temos disponível no Brasil e, especialmente, no nordeste. Também pode acompanhar vários tipos de queijos, como camembert, brie e parmesão; carnes brancas e carnes vermelhas mais leves, como vitelo, rosbife e carpaccio; além de harmonizar, principalmente, com camarão, lagosta, salmão, atum, kani, mariscos, caranguejo, entre outros frutos do mar.     <br />No verão, como mencionei na primeira coluna deste ano, os rosés, juntamente com os vinhos brancos, são muito mais apropriados que os pesados vinhos tintos, por serem mais frescos e ácidos, proporcionando maior leveza às refeições.    <br />Duas semanas atrás, o <strong>JC</strong> fez uma matéria sobre este estilo de vinhos, com várias indicações de harmonização de pratos e vinhos rosés sugeridos por alguns restaurantes locais, que estão acompanhando esta nova tendência do mundo vínico. Junto a eles também estão as lojas de vinho. Esta semana, o Club du Vin preparou uma newsletter destacando apenas os vinhos rosés de muitas das regiões que mencionei acima.     <br />Aproveitem o verão para experimentar novos aromas e sabores e estimular o paladar!</p>
<p><strong>*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do JC ONLINE</strong></p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3><br>Veja Também:</h3><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/01/14/uma-soluo-estratgica-para-os-enfilos/">Uma solu&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica para os en&oacute;filos</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/08/30/curso-ensina-segredos-de-como-servir-um-bom-vinho/">Curso ensina segredos de como servir um bom vinho</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/03/19/o-sequenciamento-genetico-da-uva-pinot-noir/">O seqüenciamento genético da uva pinot noir</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/08/17/chilenos-produzem-vinhos-orgnicos-para-mercado-europeu/">Chilenos produzem vinhos org&acirc;nicos para mercado europeu</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/12/07/como-combinar-os-vinhos-com-o-sabor-dos-pratos-natalinos/">Como combinar os vinhos com o sabor dos pratos natalinos</a></p></div></div><!-- fim mwordstext -->]]></content:encoded>
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		<title>Vinhos argentinos da uva Malbec por at&#233; R$ 40,00</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 18:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Portal Terra – Culinária
 Para acompanhar as refeições em dias mais frios, há pessoas que optam por um vinho de maior gradação alcoólica. Em geral, os países do Novo Mundo produzem vinhos com teor alcoólico maior , por exemplo, nosso vizinho, a Argentina, cuja uva tinta emblemática é a Malbec. Encontrar grande variedade de preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p>Portal Terra – Culinária</p>
<p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/12296195164cp.jpg"><img title="1229619-5164-cp" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 10px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="140" alt="1229619-5164-cp" src="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/12296195164cp_thumb.jpg" width="216" align="left" border="0" /></a> Para acompanhar as refeições em dias mais frios, há pessoas que optam por um vinho de maior gradação alcoólica. Em geral, os países do Novo Mundo produzem vinhos com teor alcoólico maior , por exemplo, nosso vizinho, a Argentina, cuja uva tinta emblemática é a Malbec. Encontrar grande variedade de preços e qualidade de vinhos argentinos dessa uva não é tarefa difícil. Ao contrário, talvez seja complicado decidir pela compra, já que há uma boa oferta de produtos nas prateleiras dos supermercados. A Argentina responde por cerca de 25% dos vinhos importados disponíveis no mercado brasileiro, ficando atrás apenas do Chile, com 35%, de acordo com dados da União Brasileira de Vitivinicultura. </p>
<p>A uva Malbec é originária da França, mais especificamente das regiões de Bordeaux, onde é pouco representativa, e em Cahors, em que continua sendo a principal uva tinta. No século XIX, ela foi trazida para a Argentina e se adaptou bem ao solo e clima local, tornando-se rapidamente uma importante uva para a elaboração de vinhos. Já no final dos anos 60 do século XX, a Malbec respondia por 50% da área plantada na Argentina, caindo a um quinto dessa área no final dos anos 80. Nos anos 90, com um cuidadoso trabalho para dar maior qualidade e reconhecimento aos vinhos argentinos no cenário mundial, este tipo de uva foi recuperando importância juntamente aos produtores. O cuidadoso e intenso trabalho dos produtores argentinos fez com que, hoje, o país seja a principal referência em vinhos da uva Malbec no mundo. </p>
<p>De cor intensa, os vinhos da Malbec freqüentemente passam por barricas de carvalho. A passagem pelo carvalho, feita com a devida moderação não esconde seu característico aroma floral, podendo ainda acrescentar ao vinho aromas de especiarias. Os vinhos da Malbec em geral acompanham bem tanto carnes grelhadas, quanto aquelas de preparação mais lenta, cozidas em seu próprio suco, realçando seus sabores. </p>
<p><strong>Confira a seleção de alguns exemplares que custam até R$ 40,00:</strong>    <br />* <em>Finca Flichman Misterio Malbec Oak Aged Roble 2007 (R$ 32,00)</em>    <br />Intenso aroma de violeta e especiarias. Boca seca e elegante.    <br /><em>* Bianchi DOC Malbec 2006 (R$ 25,00)</em>    <br />Também com aroma floral bem marcado, notas defumadas e de cereja madura. Taninos doces equilibrando com boa acidez.    <br /><em>* Nieto Senetiner Malbec 2006 (R$ 33,00)</em>    <br />Aroma bem floral, lembrando dama da noite. Na boca elegante, equilibrado, com boa acidez e taninos doces.    <br /><em>* Trivento Reserve Malbec 2007 (R$ 40,00)</em>    <br />Aroma lembra perfume feminino. Flor e muita fruta madura. Boca doce com discreto e gostoso toque de amargor final.    <br /><em>* Trapiche Roble Malbec 2006 (R$ 36,00)</em>    <br />Também floral, violeta, notas de cravo, especiarias. Taninos bem presentes.</p>
<p>Especial para Terra</p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3><br>Veja Também:</h3><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/08/26/salton-destaque-em-noite-de-premiao-de-vinhos-finos/">Salton &eacute; destaque em noite de premia&ccedil;&atilde;o de vinhos finos</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/05/31/um-brinde-ao-vinho-nacional/">Um brinde ao vinho nacional</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/03/01/miolo-e-grupo-pao-de-acucar-fecham-parceria/">Miolo e Grupo Pão de Açúcar fecham parceria</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/12/01/fortaleza-recebe-festival-de-vinhos-este-ms/">Fortaleza recebe Festival de Vinhos este m&ecirc;s</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/08/15/quem-diria-a-cerveja-no-mais-a-mesma/">Quem diria, a cerveja n&atilde;o &eacute; mais a mesma</a></p></div></div><!-- fim mwordstext -->]]></content:encoded>
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		<title>Receitas regadas a vinho s&#227;o uma boa pedida</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 18:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornal O Dia
Rio &#8211; Vão dizer que é coisa de carioca, mas esfriou. E puxo o cobertor só de imaginar como estarão as coisas lá por baixo, na terra dos vinhedos. O negócio é colocar as barbas de molho (em água morna), encher a taça e jogar o resto no frango. Praticar o vinho na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p>Jornal O Dia</p>
<p>Rio &#8211; Vão dizer que é coisa de carioca, mas esfriou. E puxo o cobertor só de imaginar como estarão as coisas lá por baixo, na terra dos vinhedos. O negócio é colocar as barbas de molho (em água morna), encher a taça e jogar o resto no frango. Praticar o vinho na comida, descobrindo como são acessíveis certas receitas francesas que podem assustar quando pronunciadas na língua de Zidane. Como o frango no vinho (‘Coq au Vin’) e o bife da Borgonha (‘Boeuf Bourguignon’).</p>
<p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/16_boca_280x220.jpg"><img title="16_boca_280x220" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 10px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="193" alt="16_boca_280x220" src="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/16_boca_280x220_thumb.jpg" width="244" align="left" border="0" /></a> Quem concorda é um cozinheiro borgonhês que, sorte nossa, depois de passar a infância catando escargots no mato, abrindo rãs e caçando patos selvagens, veio parar no Brasil com suas panelas.</p>
<p>“O bom ‘bourguignon’ é feito com músculo, a carne mais barata, e o ‘coq au vin’ fica delicioso com o frango de cada dia e um vinho barato, seco e encorpado. Um argentino de uvas Malbec, por exemplo”, adapta e ensina o chef Emmanuel Bassoleil, do restaurante paulistano Skye, autor do livro ‘Os Sabores da Borgonha’ (Ed. Senac). </p>
<p>“São pratos familiares franceses, que fazem o mesmo sucesso do foie gras nas degustações”, conta. E aponta o ‘pulo do galo’: “Coloca sexta no vinho, cozinha sábado e domingo. A carne vai apurar, como ocorre com a feijoada”, compara o autor da receita publicada hoje.</p>
<p>Como o ano é da França no Brasil, para manter um clima de Borgonha em casa ou na Serra Gaúcha, há bons vinhos por volta dos R$ 30 feitos com a uva Pinot Noir, borgonhesa por excelência. Quem indica é o premiado sommelier João Souza: “O Fortaleza do Seival, da Miolo, é minha pedida de pinot nacional”, diz ele, que lançará vinho semelhante com a marca de seu restaurante, o requintado Terzetto, em Ipanema (2247-6797).</p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3><br>Veja Também:</h3><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/11/29/vinhos-e-espumantes-brasileiros-acompanham-pratos-em-evento-realizado-na-repblica-tcheca/">Vinhos e espumantes brasileiros acompanham pratos em evento realizado na Rep&uacute;blica Tcheca</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/09/08/spoleto-oferece-vinhos-italianos/">Spoleto oferece vinhos italianos</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/08/08/vinho-sauternes-exemplares-raros-caros-de-meditao/">VINHO - Sauternes, exemplares raros, caros, de medita&ccedil;&atilde;o</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2010/03/15/vinho-acelera-digesto-da-carne-e-evita-formao-de-gordura/">Vinho acelera digest&atilde;o da carne e evita forma&ccedil;&atilde;o de gordura</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2008/09/05/roteiro-de-vinhos-no-chile-e-na-argentina/">Roteiro de VINHOS no Chile e na Argentina</a></p></div></div><!-- fim mwordstext -->]]></content:encoded>
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		<title>Surazo, um chileno que n&#227;o tem pressa</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 18:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Revista VEJA
Os vinhos sul-americanos costumam ser lançados assim que as uvas são esmagadas, fermentadas e jogadas para dentro da garrafa em forma líquida, certo? É a lei que rege o ciclo de vida destes vinhos de consumo imediato. Não para Don Emilio de Solminihac, proprietário e enólogo da vinícola chilena Santa Mônica. Seus rótulos, batizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p>Revista VEJA</p>
<p>Os vinhos sul-americanos costumam ser lançados assim que as uvas são esmagadas, fermentadas e jogadas para dentro da garrafa em forma líquida, certo? É a lei que rege o ciclo de vida destes vinhos de consumo imediato. Não para Don Emilio de Solminihac, proprietário e enólogo da vinícola chilena Santa Mônica. Seus rótulos, batizados no Brasil e na Inglaterra de Surazo, não rezam por esta cartilha. Eles descansam mais tempo na adega antes de serem lançados nas prateleiras. Tratam-se de brancos que não têm pressa e tintos que sabem aguardar seu melhor momento.</p>
<p> <span id="more-144"></span>
</p>
<p>Surazo é o vento que corta os vinhedos da região do Vale do Rapel, onde está o Santa Monica. Ele&#160; retarda o amadurecimento das uvas, aumentando a concentração do sabor e aroma dos vinhos. O nome&#160; exibido no rótulo retrata a origem e o estilo da bebida.</p>
<p>&#160;<a href="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/vinhos02100609.jpg"><img title="vinhos02-100609" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto 5px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="226" alt="vinhos02-100609" src="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/06/vinhos02100609_thumb.jpg" width="170" border="0" /></a> Don Emilio Solminihac é o simpático senhor da foto acima, uma mistura do ator Jack Palance com traços do ex-presidente do período militar, Garrastazu Médici. A voz no entanto é pausada e suave, como se espera de douto com um título Don atrelado ao nome. Ele foi o primeiro sul-americano formado em enologia pela Universidade de Bordeaux, em 1952, e foi discípulo do pai de todos os enólogos, o francês Emile Peynaud. Solminihac carrega a tradição do velho mundo, onde o costume de aguardar os vinhos evoluir é uma escolha&#160; natural. Ou era. Don Emílio sabe que o consumidor hoje em dia não tem paciência para aguardar o amadurecimento da bebida e é rápido no saca-rolha. Resolve o problema segurando ele mesmo seus vinhos na adega. Isso é uma raridade.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Os vinhos</strong></p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" hspace="0" src="http://veja.abril.com.br/comer-e-beber/colunista/vinho/imagens/vinhos01-100609.jpg" border="0" /></p>
<p>A linha mais básica, o varietal <strong>Surazo Cabernet Sauvignon</strong> (R$ 35,00), pode muito bem entrar no panteão dos bons e baratos. Um degrau acima, o corte <strong>Surazo Reserva 5 Big Reds</strong> (R$ 46,00) – cabernet sauvignon (40%),&#160; merlot (30%), carmenère (20%), syrah (5%) e malbec (5%) &#8211; é o chamado pau pra toda obra e vai bem com vários tipos de pratos: desce redondo (opa, isso não é cerveja?), é&#160; macio e tem uma presença de fruta atraente e persistente na boca. Ambos são da safra de 2003. Veja bem, 2003 e não 2006, 2007&#8230;</p>
<p>Perguntado se a carmenère é uva símbolo chilena, Don Emílio relativiza: “É uma uva muito recente, ainda conheço pouco”. Ele dá preferência à merlot. “A carmenère é muito sensível, pede uma graduação alcoólica de no mínimo 14 graus”, explica. As uvas, a propósito, são colhidas a mão, o que facilita a seleção dos cachos de acordo com o estilo do vinho, dos mais ligeiros aos de qualidade superior.</p>
<p>Na linha de tintos de alta qualidade, o <strong>Gran Reserva Cabernet Sauvignon e Merlot</strong> (R$ 131,00) vem com ano de 2002 carimbado no rótulo. Antes de chegar na sua taça, o bicho ficou interagindo com uma barrica francesa por 18 meses o que conferiu uma boa concentração e estrutura parruda, além de uma amplitude de aromas bem diversificada, principalmente aqueles herdados da madeira (tostado, baunilha, defumado) e das frutas mais maduras. Até o branco da linha <strong>Surazo </strong>varietal, o <strong>Chardonnay </strong>(R$&#160; 35,00), não é um recém-nascido, como de praxe. É de 2006. </p>
<p>Mas emblemático mesmo desta filosofia é o <strong>Surazo Reserva Especial. A</strong> safra comercializada é de <strong>1993</strong> (R$ 68,00). Uau! Um tinto envelhecido em grandes barris, depois em madeiras menores, seguido de tanques de aço inoxidável e por fim hiberna na garrafa. É o rótulo mais antigo ainda em linha disponível no Chile. Bom, taí um estilo de vinho que merece passar por um decanter antes de abastecer sua taça. Mas depois de tudo que escrevi sobre este jarra metida à besta no post anterior, você não vai levar a recomendação a sério, não é?&#160;&#160; <br /><strong>Quem traz:</strong> <a href="http://www.portomediterraneo.com.br/vinhos.php">Importadora Porto Mediterrâneo</a></p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3><br>Veja Também:</h3><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/12/07/como-combinar-os-vinhos-com-o-sabor-dos-pratos-natalinos/">Como combinar os vinhos com o sabor dos pratos natalinos</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/10/23/oito-vinhos-brasileiros-so-premiados-na-espanha/">Oito vinhos brasileiros s&atilde;o premiados na Espanha</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/01/10/adeus-vinho-ruim/">Adeus vinho ruim</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/12/02/santa-catarina-lana-primeiro-vinho-e-suco-de-uva-orgnicos-registrados/">Santa Catarina lan&ccedil;a primeiro vinho e suco de uva org&acirc;nicos registrados</a></p><p><a href="http://www.mundodosvinhos.com/2009/01/02/mdico-australiano-afirma-ter-criado-o-vinho-mais-saudvel-do-mundo/">M&eacute;dico australiano afirma ter criado o vinho mais saud&aacute;vel do mundo</a></p></div></div><!-- fim mwordstext -->]]></content:encoded>
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		<title>Vinho para P&#225;scoa</title>
		<link>http://www.mundodosvinhos.com/2009/04/02/vinho-para-pscoa/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Portal Factor Brasil
 
A Terramatter Importadora selecionou alguns dos vinhos de sua adega para harmonizar com os pratos da Semana Santa. São eles: Portal del Alto Sauvignon Blanc 2008 (R$ 40,25), Vivendo Rosé 2007 (R$ 44,85), Tittarelli Syrah Rosé 2008 (R$ 35,00) e Chocalán Rosé 2007 (R$ 48,30). Como sugestão para harmonizar com as sobremesas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p>Portal Factor Brasil</p>
<p><img title="vinho_vivendo" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin: 0px auto 5px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="180" alt="vinho_vivendo" src="http://www.mundodosvinhos.com/wp-content/uploads/2009/04/vinho-vivendo.jpg" width="310" border="0" /> </p>
<p>A Terramatter Importadora selecionou alguns dos vinhos de sua adega para harmonizar com os pratos da Semana Santa. São eles: Portal del Alto Sauvignon Blanc 2008 (R$ 40,25), Vivendo Rosé 2007 (R$ 44,85), Tittarelli Syrah Rosé 2008 (R$ 35,00) e Chocalán Rosé 2007 (R$ 48,30). Como sugestão para harmonizar com as sobremesas de chocolate, a importadora indica o Portal del Alto Syrah Tardio (R$ 79,35), medalha de ouro Catador Grand Hyatt Wine Awards 2008. Terramatter Importadora (21) 3860-6565.</p>
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		<title>Minas Gerais quer produzir vinhos finos</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 14:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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Belo Horizonte – Pesquisas realizadas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vão aprimorar a fabricação de vinhos a partir da capacitação dos produtores de uvas. A intenção é adquirir potencial para participar, em breve, do grupo que produz vinhos finos no Brasil. Depois de sair, em pouco mais de dez anos, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='mwordstext'><p align="justify"><img src="http://www.interjornal.com.br/fotos/7576628m.jpg" alt="" width="200" /></p>
<p align="justify">Belo Horizonte – Pesquisas realizadas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vão aprimorar a fabricação de vinhos a partir da capacitação dos produtores de uvas. A intenção é adquirir potencial para participar, em breve, do grupo que produz vinhos finos no Brasil. Depois de sair, em pouco mais de dez anos, de uma condição inexpressiva no cultivo de uvas, as propriedades mineiras alcançam um plantio de quase mil hectares com videiras.</p>
<p align="justify"><span id="more-56"></span>De acordo com o coordenador do Núcleo Tecnológico Epamig Uva e Vinho em Caldas, na região Sul do Estado, César Augusto de Oliveira Fabrino, “ao mesmo tempo em que aumenta a sua atuação na área da produção de uvas e vinhos, o núcleo tecnológico incentiva o conhecimento desses produtos, a fim de atender à nova realidade”.<br />
Um passo importante é o programa “Iniciação ao Vinho e à Degustação”, que será realizado neste sábado (9) e no dia 13 de setembro nas instalações do núcleo, em Caldas, com a participação de estudantes e profissionais da área de alimentos, gastronomia, além de interessados em se iniciar na degustação.<br />
A enóloga Marite Carlin Dal’Osto, da Epamig, vai contar a história do vinho e falar sobre as variedades de uvas, além de explicar sobre a fabricação, conservação e benefícios do vinho para a saúde. Sua apresentação ainda inclui degustação e harmonização, explicações sobre rótulo e, para completar, dados relativos aos insumos como garrafa, rolha e outros.<br />
Os participantes do programa de iniciação ao vinho e à degustação receberão também informações sobre o trabalho de pesquisa que o Núcleo Tecnológico Epamig Uva e Vinho vem desenvolvendo para aprimorar a fabricação de vinhos no Estado, com ênfase nos produtos finos. “Queremos transformar esses cursos em programas regulares, com a abordagem de temas variados sobre o cultivo de uvas e a produção de vinhos. Assim, dentro de algum tempo teremos uma confraria constituída de pessoas em condições de formar opinião a respeito desses segmentos”.<br />
O Núcleo Tecnológico Epamig Uva e Vinho, criado em 2005 na Fazenda Experimental da Epamig em Caldas, foi o responsável pelo lançamento do primeiro vinho fino do cerrado brasileiro, o Syrah – Safra 2006, produzido nas dependências da vinícola do núcleo a partir de videiras cultivadas na Fazenda Salvaterra, em João Pinheiro, no Vale do Rio Paracatu e no coração do cerrado brasileiro.<br />
Fabrino explica que &#8220;embora os investimentos em tecnologia para a produção de vinho sejam elevados, a atividade desde o cultivo das uvas exige grande volume de mão-de-obra, abrindo a possibilidade de emprego e renda para pequenos produtores nas regiões do cerrado e semi-árido”.<br />
Além disso, a Epamig faz a adaptação de cultivares de uvas viníferas no Norte de Minas. “Os resultados da pesquisa são incorporados à produção de uvas e vinhos no Estado”, diz Fabrino. “Utilizamos principalmente dias de campo e cursos no núcleo, além dos informes e boletim técnico da Epamig.” Existem, atualmente, vinhedos experimentais de uva nos municípios mineiros de Cordislândia, Três Corações, Pirapora, João Pinheiro e Diamantina, além de iniciativas com vitivinicultores no município de Andradas. “O trabalho nesses vinhedos tem como referência o Núcleo Tecnológico de Caldas, onde os pesquisadores testam e avaliam os potenciais do cultivo de uvas de acordo com as condições específicas das regiões mineiras”, destaca.<br />
Para apoiar as ações do núcleo, a Fazenda Experimental de Caldas possui bancos de germoplasmas das principais variedades de videira, áreas experimentais de manejo e condução da videira, modernos laboratórios de biotecnologia vegetal e de avaliação de qualidade da uva e do vinho, além da única adega enológica experimental presente na região Sudeste do Brasil. Na última década, o núcleo recebeu recursos da ordem de R$ 1 milhão, que estão sendo utilizados prioritariamente na modernização e adequação das instalações. Em sua maioria são recursos, provenientes de fundações públicas de apoio à pesquisa, como a Fapemig, Finep, CNPq e International Foundation for Science.<br />
Minas Gerais deve produzir este ano cerca de 13 mil toneladas de uvas, incluindo para consumo in natura e para produção de vinhos. Um acréscimo de 10% em relação ao ano anterior. Os principais produtores são os municípios de Pirapora, Lassance (ambos no Norte de Minas), Andradas e Caldas (Sul de Minas). As informações são da assessoria da Epamig.</p>
<p>Fonte: POrtugal Digital</p>
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